كلمات
[Verse 1]
Marvelus, pequeno hobbit, sob a capa imperial,
Mago de Crucsis, general de olhar glacial.
Levava fogo aos campos, ferro às plantações,
E chamava de vitória o pranto das nações.
[Verse 2]
Seu cajado abria muralhas, seu comando, cicatriz;
Mas no silêncio da campanha, já não dormia feliz.
Viu um menino junto à ponte, sem casa e sem pão,
E ouviu no próprio peito o peso da destruição.
[Chorus]
Põe a espada no baú, deixa a guerra terminar,
Há um caldeirão no fogo, há um mundo a alimentar.
Marvelus, mãos de mago, faz da chama proteção:
Onde antes fez ruínas, hoje serve salvação.
[Verse 3]
Largou o manto de general, voltou ao velho fogão,
Fez colher de uma varinha, fez abrigo do salão.
Com ervas da montanha e um feitiço bem medido,
Preparou caldo que devolve força ao coração ferido.
[Bridge]
Para o soldado sem caminho, pão macio e um lugar;
Para a viúva de Crucsis, uma horta a replantar.
Não apagou o que fizera, nem pediu para esquecer:
Cada panela que ele enche é um começo a merecer.
[Chorus]
Põe a espada no baú, deixa a guerra terminar,
Há um caldeirão no fogo, há um mundo a alimentar.
Marvelus, mãos de mago, faz da chama proteção:
Onde antes fez ruínas, hoje serve salvação.
[Outro]
E se a noite traz lembranças, ele acende o fogão;
Pequeno hobbit, grande cozinheiro, guardião da compaixão.
النمط من الموسيقى
Canção narrativa medieval de fantasia, balada folk épica em português; dedilhado de alaúde e violão de cordas de tripa, flautas de madeira e dulcimer, tambor de mão discreto e sinos; voz masculina calorosa com dicção clara, versos de contador de histórias e refrão amplo de taverna; arranjo começa íntimo, ganha coro e percussão nas cenas de batalha, depois se transforma em cozinha acolhedora com cordas leves e termina em refrão jubiloso; som orgânico, acústico, teatral e melodioso.