João Pedro, pequeno mestre do trono, Com um dom que ninguém pode ignorar, Cada manhã é uma obra-prima, Um salame perfeito a desenrolar. Segue os passos da mãe com precisão, Entope o vaso, sem hesitação, Mas quem diria, nesse gesto inocente, Há arte pura, e um toque valente. No fundo, entre risos e sustos, Há um orgulho que não dá pra negar, Pois até no mais simples dos atos, João Pedro mostra o que é brilhar!