O sol amanheceu Trazendo a vida A Janete nasceu Trazendo a carne moída De repente você abre a panela Lá está ela Um pouco de pimenta Assim ninguém aguenta Não é a morte que me deixa triste É carne no dia seguinte Assim eu não vou aguentar Lá está ela no jantar ( Não é a morte que me deixa triste) ( É a carne no dia seguinte) ( Assim eu não vou aguentar) ( Lá estar ela no jantar) Dona Janete ( Dona Janete) Dona Janete ( Dona Janete) Coitado do Claudemir Um dia ele chora o outro ele rir Mais isso faz parte da vida ( Amanhã o almoço é carne moída) Dona Janete ( Dona Janete) Dona Janete ( Dona Janete) Um perneta não tem perna Um cego não tem visão Mais a única certeza é que domingo O almoço é carne moída com macarrão ( Um perneta não tem perna) ( Um cego não tem visão) ( Mais a única certeza é que domingo) ( O almoço é carne moída com macarrão) ( Faz bem a digestão) ( Meu Deus) Dona Janete ( Dona Janete) ( Dona Janete) Dona Janete Deixa o Claudemir em paz Pedir nunca é demais Isso foi o fim da linha ( Amanhã a janta é carne moída) ( Dona Janete) ( Dona Janete) ( Deixa o Claudemir em paz) ( Pedir nunca é demais) ( Isso foi o fim da linha) ( Amanhã a janta é carne moída) Pode faltar leite Ou até faltar pão Mais da minha carne moída Eu não abro mão ( Pode faltar leite) ( Ou até faltar pão) ( Mais da minha carne moída) ( Eu não abro mão) E quando você acha que acabou ( Lá vem ela com tornedor) (E quando você acha que acabou) ( Lá vem ela com tornedor) (Dona Janete) ( Dona Janete) ( Dona Janete) ( Dona Janete) Abre a geladeira Tem tudo que eu preciso Sem a minha carne moída Eu não vivo ( Abre a geladeira) ( Tem tudo que eu preciso) ( Sem a minha carne moída) ( Eu não vivo) (Dona Janete) ( Dona Janete) ( Dona Janete) (Dona Janete) ( Claudemir vem almoçar a carne moída já está na mesa)