[Verso 1] nos devaneios da minha mente eu plantei cada semente sem saber o que ia nascer todas as minhas dores eu agoava a esperança me comandava mesmo sem saber pra onde correr
[Pré-Refrão] e a noite vinha me provar que até o escuro pode iluminar se eu não desistir de acreditar
[Refrão] e mesmo assim eu segui com o coração aberto pra sentir cada flor, cada espinho no caminho era a vida me pedindo pra existir e eu descobri, no fim, que tudo que eu buscava já tava em mim
[Verso 2] quantas vezes me perdi na solidão sem ouvir a voz do coração mas o vento sempre me chamou de volta a cada queda, um renascer a cada lágrima, aprender que a dor também abre portas
[Pré-Refrão] e o tempo vem me revelar que o amanhã só sabe quem plantar e a colheita chega devagar
[Refrão] e mesmo assim eu segui com o coração aberto pra sentir cada flor, cada espinho no caminho era a vida me pedindo pra existir e eu descobri, no fim, que tudo que eu buscava já tava em mim
[Ponte] não existe fim, só recomeço no silêncio, eu reconheço que cada passo meu foi escrito pelo tempo
[Refrão final – mais intenso] e mesmo assim eu segui com o coração aberto pra sentir cada flor, cada espinho no caminho era a vida me pedindo pra existir e eu descobri, enfim, que tudo que eu buscava já tava em mim