Talvez seja a aspereza rude de minha pele em sua virtude. O papel para que escreva em suor e saliva a poesia fresca de sua nudez mais viva. Respeito-a tanto como mulher que é como nunca sequer houvesse violado em você, mulher, a nobreza da sua carne, mulher. Que entardecer belo é você! Que adormecer tranquilo me chega ao lhe ter. É quando a tenho integralmente assim, nua, perenemente, prestes a dividir o amor, somente, coração no coração, corpo no corpo, mente na mente. Como é bom amar você. Como é bom ser amado por você.