[Verso] Sob o viés da sombra A empatia é fria A problemática ronda Na modernidade vazia [Verso 2] Zygmunt tentou nos avisar Tempos líquidos são reais Mas quem parou pra pensar Nos corações digitais [Refrão] Vamos dançar na tempestade Não há ninguém pra segurar A persistência invade Essa ponte vai quebrar [Verso 3] A dúvida vira claridade Quando a noite se desfaz Mas nessa cidade sem verdade A luz cega e é fugaz [Ponte] Paredes de papel Sentimentos sem raiz Tudo se dissolve ao toque Do que nunca se diz [Refrão] Vamos dançar na tempestade Não há ninguém pra segurar A persistência invade Essa ponte vai quebrar